O TRIÂNGULO SOBRE A
PELE
Na verdade,
o triângulo é um símbolo com múltiplos significados e pode ser representado em
diferentes estilos, do mais minimalista ao mais ornamentado.
Um dos
principais significados do triângulo voltado para cima é a relação com o
masculino e com a fertilidade. Também está ligado ao solar, ao ativo.
Semelhante a pirâmide, também se relaciona com a ideia de estabilidade e
equilíbrio. Pode, inclusive, estar relacionado com fluidez, se seguir a ideia
do Delta grego. Já na alquimia representa o fogo.
Já com a
ponta para baixo, o triângulo representa o sagrado feminino, a feminilidade, a
fertilidade, a passividade e o lunar. Também está relacionado com a água e com
a terra (RODRIGUES, L. 2017).
Na tarde do dia 17 de novembro de 2017. Muitos números “7”. O
meu número da sorte e aquele que sugere “... a totalidade, a perfeição, a
consciência, a intuição, a espiritualidade e a vontade. O sete simboliza também
conclusão cíclica e renovação.” O dia em que completei cinco meses de uma
história que, dessa vez, eu mesmo quis iniciar, eu mesmo quis solicitar.
Independente, claro, do futuro que a espera.
Os triângulos começaram a perpassar as minhas conexões
sinápticas no momento em que usei o mundo virtual para pesquisar novos
conhecimentos, para trabalhar com aquilo de que eu necessitava e para distrair
o meu coração de certos sofrimentos. Logo vi um triângulo em meio a essas
pesquisas simbolizando três pilares, a saber, a pessoa, sua outra metade e a fé
em Deus. Desde então não consegui me esquivar desta figura geométrica. Ela
perseguiu-me de certo modo.
E ao usar os meus olhos para os novos significados da vida
chegou-me o triângulo da atividade, aquele que representa a idéia de ação, de
tomada de decisão e, com isso, de equilíbrio, como supracitado. Não muito
distante, o triângulo da passividade apresentou-se com a ideia de serenidade,
de aguardar o momento certo para agir, de esperar e de ter paciência, de modo
que tudo vai se resolver. Querendo, ou não. E ambos, não só cogitados como
quase que imediatamente vislumbrados juntos, um do lado do outro, representando
o todo, representando o equilíbrio final entre o agir e o conter-se como forma
madura de enfrentar as dificuldades.
Tatuei-me! Sobre a minha pele estão as pessoas que me compõem
desde a minha tenra infância, está a fé bem ao topo que é quem me fortalece e
insiste ininterruptamente para que eu continue aqui e, por fim, eu mesmo.
Aquele que vai caminhando por vezes perdido e em outras circunstâncias, bem
certo do que quer. Mas sempre, sempre desejoso por trazer algo de válido e
irreverente para si.
A forma geométrica sobre os meus braços vem-me dizer que
engraçado é o fato de um dia eu ter tido tanta inaptidão com os números e as
fórmulas. Hoje elas passeiam pelos meus antebraços aumentando aquilo que nunca
tive e tornando-me de certa maneira, para alguém, um ser curioso. Já acho
incrível essa coisa de poder testar isso, de poder ser essa fase nova e de
poder internalizar que isso será o Lucas agora, até o fim.
Tatuei-me e antes dos trinta anos, eu realmente posso afirmar
e reafirmar que tenho é história pra contar.
Lucas Teles, 17 de
novembro de 2017, às 18h54min.
https://goo.gl/e4k8Kz
https://goo.gl/RQE18g
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Fica o sorriso que me inebriava em meio aos
meus piores pesadelos. Fica o abraço sincero que me esquentava em meio às
friezas da rotina. Fica a voz que despertava em meio ao desânimo de continuar a
caminhada. Fica a forma de dancar que me tirava sorrisos e que até fazia a
minha cintura rebolar um pouco. Fica a cerveja que te fazia pirar o cabeção e
que estressava um pouquinho a gente no fim da festa. Fica a bronca que a gente
te dava justamente por entender o quão grande e cheio
de potencial você era. Fica o seu ombro amigo que só sabia oferecer carinho.
Fica a sua humildade que nos alcançava numa facilidade surpreendente. Fica
você, a sua presença cravada no que somos, no que fomos um dia quando você
passou por aqui e naquilo que ainda seremos. Fica o seu amor que compartilhado
fará de nós, novos sonhadores. Esse foi o seu lema, mesmo frente a tantos
obstáculos. Fica a sua vida pra sempre percorrendo cada parte dos nossos corpos
e em cada batimento desse nosso coração frágil e perdido no mundo. Fica a sua alma
em nossos percursos, guiando-nos e iluminando-nos junto ao Deus em quem
confiamos e à fe que carregamos. Fica cada suspiro seu em nossos ouvidos
fazendo-nos compreender que isso não foi um adeus, mas sim, um até logo.
Te amo demais! Obrigado pelo tempo que você
nos dedicou meu amigo.
Ele
rejeitou enquanto pode a possibilidade de conhecer alguém através daquele
pequenino aparelho telefônico. Sentia-se superficial e imaginava com muita
convicção que conhecer uma pessoa assim, dessa maneira, não iria sugerir
verdade, nem de vontade em estar junto, nem de sentimento. Apenas, superficial.
Pudera,
e não é que ele cedeu? Com o perfil criado e suas combinações intrigantes,
surge uma que o fez interessado. O fez chamar para um papo e de repente estavam
ali, trocando informações.
Um
palácio de cultura foi o primeiro cenário. A timidez os invadiu, mas não
impediu o surgimento de um beijo mais tarde. Beijo que veio demorado, suave,
com vigor e com muita curiosidade. Começaram a se conhecer...
Os
números foram trocados posteriormente. E uma exposição de Arte foi o segundo
cenário que os possibilitou um café delicioso com uma conversa envolvente e
muito, mas muito mais curiosidade.
Agora
as conversas aumentavam e o terceiro encontro acontecia em uma sala de cinema.
Bem típico, não? O filme não conhecido tornou-se para um deles o melhor de
todos. Com um enredo extremamente surpreendente e uma satisfação em estar junto
que não cabia em palavras. Um beijo, dois beijos, bochechas felizes!
Uma
Itubaína e uma Heineken resolveram se beijar por toda uma noite e as pausas
entre os beijos só aconteciam entre uma intervenção e outra de pessoas vendendo
a sua arte, seus bombons, suas poesias... Os beijos foram reelaborados. Todos
em uma configuração ainda mais envolvente e com certo sentimento. As conversas não
pararam por ali. Prosseguiram!
Agora
dentro de um “forno” conversavam diretamente sobre relacionamento. Beijos,
abraços, brincadeiras e mais Heineken. Mas como falar sobre o futuro dessa
relação, hein? Ali, assim... Seria cedo demais? Quem deveria? Aquele com
experiências, mas que nunca executou este famoso pedido a alguém ou àquele mais
novo que simplesmente ainda não passou por tal experimento e ainda afirmou não
saber como fazer? Não saber a receita do bolo... É preciso falar sobre isso
agora? Seria arriscado? Ou não seria preciso aguardar o tempo correr lá no
relógio pra ter que dizer o que vem de dentro negando toda e qualquer imposição
social? O que fazer?
Eu
ainda não sei o que fazer. Não sei como e muito menos quando. Não sei se seria
ideal pra mim e nem pra você. Não sei se isso mudaria o que tem acontecido de
mais legal entre a gente. Verdadeiramente a gente não sabe se está cedo demais
para certas decisões em nossas trajetórias, mas também não conseguimos negar
que o medo de adiar existe e bate a porta do nosso quarto a noite. Ele fica lá
pedindo pra deitar nas nossas camas e ousadamente entra em nossos travesseiros
confundindo nossos sonos, nossos sonhos...
O
que eu devo te falar aqui agora? É bom sentir o meu corpo mudando
fisiologicamente todas as vezes que você se aproxima. É bom ver os meus
próprios olhos sorrindo escandalosamente quando mensagem sua chega ao telefone.
É delicioso abraçar e beijar você, esquecendo o mundo à minha volta e
embriagando-me da sua presença sem receio, sem parar. É bom saber que semana
entra e semana passa e ainda mantemos nossos diálogos, nossas trocas de
músicas, de fotos, de palavras... É bom sentir que tem sido de verdade sem a
preocupação de como vai ser depois e sem a incumbência de determinar o modo como
tudo deve funcionar porque simplesmente assim, isso funciona pra gente. Tá
dando certo, bem, eu acho!
As
frutas em nosso meio, os biscoitos, o suco, o sol, as folhas das árvores que
nos rodeiam, este parque que aqui se faz presente, nada disso hoje importa mais
do que o fato de eu estar bem do seu ladinho. Hoje a sua presença tem um
significado muito instigante, e nessa de me despertar o interesse eu fico aqui
cogitando hipóteses, mesmo aparecendo tantas dúvidas, em ter você de uma forma
diferente. Talvez mais aprofundada, quem sabe? Talvez ainda mais apaixonante...
O
coração tá aqui me cutucando. Fazendo-me cutucar você também e jogando diversas
indiretas...
Ela
sempre gostou de girassóis, muito embora todos dissessem que as rosas eram mais
perfumadas e mais belas. Ela sempre ia ao seu jardim regar aqueles girassóis e
aproveitava para depositar sobre eles, todas as suas esperanças. Sim, ela
apenas acreditava. Acreditava no amor, na verdade daqueles girassóis, no fundo,
ela acreditava na sua própria coragem.
Entretanto
o regar daquelas flores era movido por uma constante incerteza. A incerteza da
entrega, da reciprocidade, da fidelidade. Ela regava pouco porque esquecia de
si mesma, ela quase não regava porque a tristeza inundava o seu existir e ela
mal conseguia ir até o seu jardim.
Sua
sensibilidade ao mesmo tempo em que fazia viver aqueles girassóis a fazia
morrer, porque o mundo a sua volta sustentava outra lógica do existir, do
sentir, do dedicar-se. Seus girassóis sentiam a sua ausência e ela, movida
pelas decepções e pela falta de esperança não conseguia enxergar isso.
Mas
as boas almas a procuravam em forma de abelhas sadias e vívidas. No “zum zum
zum” de seus murmúrios elas sussurravam aos ouvidos dela que cuidar daqueles
girassóis compunha nada mais e nada menos que a sua verdadeira essência. Ela
precisava voltar ao ser jardim não apenas para manter vivos os girassóis, mas
para continuar viva, para caminhar e poder ter acesso a um mundo que ainda é
grande e cheio de possibilidades. Apesar de sua lógica doentia do existir, do
sentir, do dedicar-se...
Ela
permitiu que suas papilas gustativas sentissem cada gota daquele mel ofertado
pelas almas vivas e sentiu um prazer indescritível ao mesmo tempo em que
voltava a encher aqueles girassóis de água, de fé. E então ela passava a
respirar melhor e a sentir toda a poesia que é o pulsar do seu próprio coração
com muito mais propriedade, força, fôlego...
Ela
é frágil e por vezes não rega seus girassóis, não volta ao seu jardim, porque
afinal de contas é triste e difícil ser amor quando uma onda de outros seres
querem ser apenas práticos e objetivos. Mas ela não se permite falecer por
completo justamente por ter a sabedoria e grandiosidade de perceber que para a
salvação do mundo e dessas pessoas digestivas, só há um remédio, um amor, o
amor, seja como for!
Lucas
Teles, às 09h48min do dia 05 de junho de 2017.
Para
Bocatto, com muito, mas muito amor e carinho.
"Foram 60 dias ouvindo os murmúrios de sua agitada intuição até que você resolveu, de vez, ignorá-la. Do outro lado da lente você via uma alma vazia, inexperiente de tudo, pouco sonhadora e que se vestia de camaleão. Não tinha, naquela época, personalidade definida, mas fingia ter em momentos diversos e de maneiras diversas. Neste dia que se intitulou ensolarado, por dentro você já estava nublado e muitas atrocidades iriam acontecer. Até que você pôde degustar uma fatia de frieza que ecoou por todo o seu trato digestivo por nada mais e nada menos que 39 meses. Hoje o inspirar e o expirar doem de arrependimento. Porque nessa de ver o tolo brincar com o tempo, você também se desfez dele deixando para trás muitas coisas alegres e verdadeiramente incríveis. Você refutou a Pitty deixando tudo pra próxima semana até perceber que para 10% de coisinhas legais, os outros 90% te laceraram por dentro. Nesta época os pesadelos sussurravam aos seus ouvidos e pouco a pouco você mesmo foi conhecendo o quanto um ser humano é capaz de se lambuzar da falta de caráter. Pássaros não combinam com gaiolas, mas essa alma parece mesmo estar condicionada a isso. A um lago de imaturidade, a uma esfera de pouca personalidade e a um caminho que irá, em algum momento da vida, gritar os erros do passado. Gritar as pessoas que ficaram e que não estarão mais presentes. Gritar a juventude que se foi e que por agora se resume em calvície, flacidez, menos colágeno e à mesma alma da adolescência. E isso, querido fotógrafo, isso é TERRÍVEL!"
Aqui há família, lar, amor.Aqui eles são felizes, quando se reencontram.As desavenças ocorrem, novamente se afastam, mas logo retornam.Ao sair, esquecem de dizer: "Mamãe, vou me acalmar, logo retorno." E sem avisar, retornam. Por vezes, os irmãos, arrumam o mesmo ombro amigo fotográfico, desabafam, soltam toda a sua ira e chateação, esse ombro amigo ouve, atento a tudo, sabendo que logo retornarão, mesmo que as circunstâncias digam não. E eles retornam. O amor é doce. O amor é amargo. O amor dói. Não, o amor acalenta a alma. Não concordo.. acho que o amor é plantado e um dia vamos colher. Opiniões diversas. No fim, um amor só.Brasil. Portugal. Canadá. Casa da mamãe. Casa do papai. Mundo afora. Vai ficar tudo bem. Aonde quer que esteja. E o reencontro acontece, since 2011, eu e vocês.
Local: Parque Lagoa do Nado
Fotos & texto: Geisy Kelly
Irmão,
é ser criado da mesma forma com uma pessoa totalmente diferente, é se acostumar
com um estranho, é amar quem lhe tira as vantagens, é dividir tudo que você
quer só pra ti e mesmo assim amar alguém que sempre te irritará de alguma
forma.
Ter
irmão é como viver eternamente com um amigo- inimigo, é proteger quem você quer
bater, é se divertir com quem você mais briga na vida, é sorrir com quem te faz
chorar. É sofrer pelas dores de quem também sofre pelas suas.
É
a arte de fazer um laço, pois o nó entre as duas pontas de uma mesma fita
permanecerá atado por toda vida, porém cada um é capaz de enfeitá-lo com, o
mais lindo laço, feito com muito amor e dedicação.
Dessa
forma se constrói uma verdadeira parceria, uma vida de sonhos e segredos
trocados, uma história de cúmplices tecida com a linha dourada da confiança. É
aprender a amar quem, por alguma razão, estará sempre ao teu lado, é uma
ligação que vai muito além de sobrenomes iguais e sangue do mesmo sangue.
Irmão
é a sua escola para a vida, é saber conviver num mesmo espaço com um completo
desconhecido e mesmo assim amá-lo, não só pelo fato de serem irmãos, mas pelo
fato de compartilharem as mesmas jóias e amá-las da mesma forma.
Com
o irmão você aprende a amar as pessoas como elas são, porque são do jeito que
são. Aprende a conviver com seus defeitos e conhecer suas qualidades, com o
irmão você aprende a ter compaixão, sentir dor pelo fracasso do outro e sentir
a felicidade pelas suas conquistas, como se fossem suas.
Viver
com um, dois, três ou DEZ irmãos não é nada fácil. Porém nada se compara a
tamanha alegria de saber que existe alguém que conhece seus problemas e suas
dificuldades, que lhe entende e está com você para vencer cada uma delas.
Te
amo, meu irmão. Obrigada por me ensinar a viver.
Por Mariane Magno
Blog: Pensamentos complexos
Ela
preserva em sua essência a inabalável fé. De modo que todas as adversidades que
surgem são enfrentadas e vencidas. Sempre fica em algum trecho de seu
hipocampo, o grande aprendizado. E este ecoa por todo o seu ser, estimulando-a
a prosseguir e contagiando outras almas.
Ela
gosta de ser do tipo organizada pra não se perder. E quando as coisas fogem um
pouco que seja da linha, ela se estressa. Entristece-se e parece até explodir.
Ela
se dedica, ela se expressa, ela se declara e acredita que sim, “a amizade é o
amor que nunca morre” (Mário Quintana). Ela é cientista e dribla as
dificuldades em uma ciência que resolveu enfrentar pra simplesmente, se dedicar
ao próximo.
Ela
é cuidadosa com tudo! Come de maneira ponderada, observa bem as palavras e as
manuseia pacientemente. Ela com o próprio olhar acalma, conforta e consegue,
sim, dar puxões de orelha com muita, mas muita classe! Ela é divina! Enviada
por Deus para andar trajetos mil e dar sentido a inúmeras outras vidas. Ela não
é de se desesperar, quando vê que não vai dar, respira fundo, começa outra vez
e claro, brilha!
Ela
é a menina que cuidou com amor de suas bonecas, que transpôs todo o cuidado aos
familiares, amigos e que agora pretende ainda atingir seus pacientes. E
magnificamente, pacientemente! Desceu do céu deixando suas demais amigas
estrelas brilhando solitárias, para puramente dar visibilidade aos trajetos
tortuosos de alguns amigos. Ela veio com uma missão, dedicada a efetivá-la
sempre, sem perder muito tempo.
Ela
gosta de certas leituras, daquelas que realmente a tocam. Ela ouve canções e
por vezes consegue ser a dona da voz. Voz suave, com loudness e pitch de tirar
o fôlego! Tudo! Na medida certa. Ela gosta de surpresas e de arquitetá-las. Não
se afoba com os valores do mundo, mas prioriza sim, os valores que existem lá
dentro. E não conseguindo percebê-los como acredita ser necessário, ela se
esvai sutilmente. É do tipo que dá chances, pra se certificar de que não fez
besteiras. Ela valoriza a grande e a pequenina circulação que vai oxigenando
todo o seu corpo. Ela acredita na poesia dos seus próprios pulmões, porque
claro, alvéolos pulmonares não são simplesmente alvéolos pulmonares, são
verdadeiras válvulas de poesia. Poesia que se resume em VIDA! No ato mais
profundo, delicado e imponente de VIVER. Do grego, “aquela que deve ser
contemplada com admiração”. Evidentemente, pois, ela não se cansa de contemplar
com muita satisfação, tudo à sua volta.
Ela
é a menina mulher, Thais Freitas.
Às 18h58min,
do dia 10 de agosto de 2016.
Alguns
registros simples de um evento que marcou não somente a vida daquele casal, mas
de uma família inteira. Evidentemente que muitos primos, tios e outros
familiares fizeram falta. Mas este foi um reencontro delicioso que ocorreu após
uma semana de estadia na cidade de Barra de São Francisco, localizada no estado
do Espírito Santo.
Um
lugar que faz jus ao nome. Que preserva nossas raízes, que guarda lembranças e
que ainda é capaz de abrigar momentos tão sublimes como o casamento de Nielsen
Rodrigues, filho dos meus tios (Nilda & Osias).
A
viagem fora planejada com o propósito de reencontrá-los após tantos anos preso
na cidade de BH e assim, despedir-me antecipadamente, pedindo interiormente a
benção para o intercâmbio, a realizar-se no segundo semestre deste ano.
Felizmente, não fora apenas uma despedida, mas uma felicidade em poder abraçar
meu avô, conversar com os meus tios e brincar com os meus primos. Nessas horas,
embora tenhamos a convicção de que os cenários mudam e que nosso corpo passa
por transformações fisiológicas, é que sentimos, sob o ponto de vista
sentimental, que tudo fica exatamente como esteve um dia. Basta sorrir e partir
para o abraço.
Graças
ao meu condicionamento físico espiritual e sentimental, pude reviver através de
todas as minhas sadias funções sensoriais, a infância, o princípio de minha
adolescência. Ouvi casos, senti meu corpo arrepiar, chorei por dentro e em
determinados momentos, deixei a água perpassar o meu rosto. O calor forte na
semana do dia 25 de janeiro de 2016 tornou-se irrelevante perto de todos
aqueles reencontros. Conhecendo novos lugares, primos que se casaram. Os novos
bichinhos de estimação que agora complementam a estrutura familiar. As nossas
bases religiosas nesta viagem foram endossadas com louvor e jamais esquecerei
de uma das noites em que a sala da casa da tia Neusa, virou o coral abençoado
do Ministério Diante do Trono.
Indescritível.
Sem sombra de dúvidas, devido à minha cabeça esquecida das coisas e um tanto
ansiosa, deixarei detalhes importantes passarem. Mas a tentativa de converter
em palavras essa vivência e o vídeo produzido com demasiada simplicidade, podem
transmitir a enorme satisfação que ecoou em meu peito e que tem reaparecido na
minha mente causando-me um desejo forte e nítido de sorrir.
O dia
30 de janeiro de 2016 sintetizou as maravilhas já vividas uma semana antes e
findou com sucesso e dentro do meu coração, a missão planejada desde o dia em
que vi, com os meus próprios olhos, o resultado final do meu intercâmbio.
Gratidão é a
palavra que acopla todo o exposto e que me faz parecer ser menos redundante...
Lucas Rodrigues Teles, às 17h23min
do dia 22 de fevereiro.
Vídeos no Dropbox:
- https://www.dropbox.com/s/y6qe3n8seeplbbf/Produce_2.mp4?dl=0
- https://www.dropbox.com/s/prwilk50r3ovjj6/PhotoGrid_Video_1456190398365.mp4?dl=0
Difícil elencar os tópicos mais importantes para concretizar essa legenda. É tanto sentimento mesclado que o receio em deixar algum item essencial de lado é gigante. Mas preciso tentar, pois o ano está terminando e você foi peça chave para que tudo acontecesse dentro do esperado. Me tranquilizando, me apoiando, me deixando ainda mais feliz. Sua poesia me encanta todos os dias. Essa subjetividade que parece escapulir de sua epiderme me alcança de tal forma que é quase impossível explicar. Nosso contato abençoado me restabelece e você me faz sentir um novo desejo de tentar. Tudo porque somos a companhia um do outro. Tudo porque sentimos muitas vezes que, apesar de falar com várias pessoas, por vezes nos sentimos só. Uma solidão no meio de todo mundo. Nós nos estranhamos às vezes em função do ousado ciúmes, mas essa nossa semelhança e esse nosso vínculo nos une incrivelmente. E é esse o meu desejo para os próximos passos universitários. Que possamos experimentar ainda mais e completamente unidos a dádiva que é viver a AMIZADE. Esse "amor que nunca morre". Obrigado menina mulher, mulher menina. Obrigado por me proporcionar ser eu mesmo em meio a tantas exigências rotineiras e tarefas mil. Você é LINDA por dentro e de brinde nos agracia com essa beleza externa. Cuide-se sempre. Isso me importa MUITO!
Lucas confesso que estou lendo esse texto pela milésima vez e ainda não consegui me estruturar psicologicamente para expressar o tanto que você significa para mim e respondê-lo à altura. Sentir o salgado de lágrimas em minha boca por um motivo tão doce é tanto contraditório quanto encantador. Nós dois sabemos que essa amizade já havia sido planejada por Deus antes mesmo de termos nosso contato ampliado. Eu sempre bato na tecla de que existe algo muito mais significativo do que anos de convivência. Algo que não conseguimos explicar, mensurar, mas que é impossível não saber quando acontece tão pouco deixar de sentir. Algo que nos conecta de tal forma à alguém como se nos conhecêssemos de outras vidas (se é que elas existem). Essa conexão aconteceu com a gente e eu soube dela desde o primeiro dia em que te vi. É lindo isso! E é isso que torna uma amizade tão especial, saber que essa conexão acontece raras vezes na vida. Mesmo tendo muitos amigos, conto nos dedos com quantos vivi essa experiência de ligação. Você me cativou e se tornou único no mundo para mim! Sempre vou me lembrar de 2015 como o ano em que construí essa amizade que mudou completamente meu humor, meus dias, meus momentos. Não seria a mesma coisa sem você! Essa subjetividade que você me atribuiu se exterioriza ainda mais quando estou na sua presença. Essa intensidade de sentimentos e urgência de amar que vejo em você o torna muito parecido comigo e completamente apaixonante. Todos os meus momentos de solidão foram preenchidos pelo seu cuidado e atenção para comigo, jamais conseguirei te agradecer por isso! Por me permitir desvincular-me de uma realidade muitas vezes hostil e apavoramente, para vivenciar a experiência de estar em um mundo novo onde posso ser eu mesma, com toda a espontaneidade que necessito, e olhar à minha volta de uma forma mais profunda. Você foge de toda e qualquer superficialidade, e eu admiro muito isso! Jamais perca esse olhar poético sobre a vida. Hoje digo sem margem de erro que eu não seria tão feliz e segura quanto à minha identidade se não fosse você. Os dias seriam mais vazios e cinzentos. Continue atribuindo significado à minhas palavras, jeitos e momentos. Eu amo você de uma forma tão sincera que me emociono ao pensar que consigo amar tão verdadeiramente alguém! Obrigada pela amizade, confiança, por ser quem você é e por me permitir ter acesso à isso! Tenho certeza de que independente dos contratempos e desencontros, o que sentimos e vivenciamos dentro da nossa amizade vai permanecer dentro de nós!
Meu bem, quanta coisa li aqui neste seu comentário e você não tem noção do bem que causou com tamanha declaração. A resposta disso tudo é continuarmos nossas caminhadas coladinhos um no outro com os pilares que já sustentam o nosso vínculo. Respeito, companhia, carinho e muito mais. Amo-te, sim? Nunca se esqueça disso. Aproveite muito as suas férias descansando alma e corpo. Volte renovada e respire novos ares em 2016 contando sempre comigo, ok?
Sim, eu sei que
minhas idéias são mais diferentes do
que eu gostaria que fosse. Meu orgulho teima em debater com a lógica. Acabo por muitas vezes tomar a
iniciativa quando deveria ficar na minha
..... (falta de domínio próprio?) talvez, faz sentido, mas não em todas as
áreas. Que eu vou me importar sobre o que pensam
sobre mim? É claro! Faz parte de mim ser assim. E tem partes que querem mais do
que isso ......essa coisa de ser apenas parte e, partem em busca de um todo. Evidentemente há um certo desequilíbrio nisso e eu busco uma
resposta. E Deus continua me dizendo
que preciso esperar. E o que devo
esperar mesmo? Acho que é preciso reformular
algumas coisas, quebrar paradigmas (quem sabe?). Mas me parece que existe muito
mais do que só uma outra página em branco.
Não que seja ruim, afinal posso contar uma história.
Mas será que as minhas idéias tão, estranhamente, diferentes teriam um final feliz?
Roteiro do catálogo inspirado na década de 50
Planejamento e execução: Lucas Massafera
Modelo: Clarissa Portilho

































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